quarta-feira, 22 de setembro de 2010




Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada.


Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. 
Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. 


Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue; outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés.


Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. 


Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. 


Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho... 


o de mais nada fazer.

(Clarice Lispector)

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Família... a base de tudo!

Rê Olmedo ©
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Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada.


Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. 
Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. 


Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue; outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés.


Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. 


Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. 


Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho... 


o de mais nada fazer.

(Clarice Lispector)

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Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada.


Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. 
Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. 


Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue; outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés.


Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. 


Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. 


Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho... 


o de mais nada fazer.

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